sábado, 21 de janeiro de 2017

[Dica da Malu] Mentira Perfeita


Sinopse: “Júlia não tem tempo para distrações. Ela é brilhante e sempre se esforça para ser a melhor naquilo que faz; por essa razão, sua vida pessoal acabou ficando de lado. Algo que sempre preocupou sua tia Berenice. Gravemente doente, a mulher teme que Júlia acabe completamente sozinha quando ela se for. Júlia faria qualquer coisa, qualquer coisa mesmo, por tia Berê e, em seu desespero para agradar a única mãe que já conheceu, inventa um noivo enquanto torce por um milagre... E então o milagre acontece: Berenice se recupera e, assim que deixa o hospital, gasta todas as suas economias com o casamento dos sonhos para a sobrinha. Como Júlia pode contar a ela que mentiu, com a saúde da tia ainda tão frágil? É quando Júlia conhece Marcus Cassani. Ele é irritantemente cínico, mulherengo e lindo de um jeito que a deixa desconfortável. Marcus também está enfrentando problemas, e um acordo entre eles parece ser a solução. Tudo que Júlia sabe é que deveria se afastar de Marcus. Mas seu coração tem uma ideia muito diferente...”
Autora: Carina Rissi / Editora: Verus / Páginas: 461                                          Comprar: Livro - http://amzn.to/2iXRnUk / E-book - http://amzn.to/2jBMq5o
           
            Conheci o trabalho da autora Carina Rissi com o livro “Perdida”, mas foi em “Procura-se um marido” que ela realmente me conquistou (tem resenhas sobre os dois livros aqui e aqui). Poucas vezes ri tanto durante uma leitura e, apesar dos clichês, me envolvi com a história e os personagens. No entanto, o livro da Carina que realmente ganhou meu coração foi “Mentira Perfeita”, o spin-off de “Procura-se um marido”.
            Neste livro, vamos conhecer a Júlia, uma jovem brilhante na sua profissão, que trabalha no setor de TI da L&L Cosméticos e que vive em função do trabalho e da sua tia Berenice, que foi quem a criou. Por sua vez, a tia Berê está cada vez mais preocupada com o fato de Júlia não ter um namorado, temendo deixar a sobrinha sozinha um dia. Quando sua tia fica com a saúde bastante debilitada, devido a um problema no coração, Júlia acaba inventando estar noiva, a fim de deixa-la mais tranquila. O que ela não esperava é que a tia ia se recuperar milagrosamente e gastar todas as suas economias com o suposto casamento dela.
“O que importava agora era manter a minha tia estável e calma. Todo o resto se ajeitaria depois. Uma mentirinha de nada não podia ter consequências tão graves assim”.
            Enquanto tenta lidar com a necessidade de contar a verdade à tia e o medo do impacto que isto terá na saúde dela, Júlia acaba conhecendo Marcus Cassani, um rapaz cínico, irritante e perigosamente bonito, que parece ser a solução para o problema dela. Marcus vive com o irmão, mas sonha com a liberdade e privacidade de morar sozinho. No entanto, isso não será fácil, devido à resistência da família. Depois de um acidente de moto, ocorrido três anos antes, Marcus perdeu os movimentos das pernas e seus pais se recusam a aceitar que ele more sozinho, por medo de que algo possa acontecer a ele. Assim, ele precisaria dividir o apartamento com alguém ou contratar um cuidador.
          Ao saber do problema de Júlia, Marcus acaba sugerindo um acordo que beneficiaria a ambos. Ele fingiria ser o noivo dela, para que ela não precisasse contar a verdade à Tia Berenice. Em contrapartida, Júlia se passaria por cuidadora de Marcus, para que os pais dele concordassem que ele deixasse de morar com o irmão. O acordo parecia perfeitamente lógico, até o coração deles bagunçar tudo.
“Eu tinha que raciocinar. Se permitisse que Júlia se aproximasse demais, estaria perdido. Não dava para baixar a guarda perto dela. [...] Assim que eu me mudasse e meus pais percebessem que não havia perigo em viver por conta própria, o problema estaria resolvido e eu me afastaria dela”.
              A primeira coisa que destaco nesse livro é o modo como a leitura flui rapidamente. Trata-se de uma história leve, divertida e romântica, que prende o leitor desde a primeira página. Claro que não faltam clichês, mas os personagens são tão cativantes e a escrita da Carina é tão envolvente, que não dá vontade de parar de ler.
            Outro destaque são os personagens. A Júlia é determinada, inteligente e muito teimosa, mas não tem como não admirar sua relação com a tia Berê. É um vínculo forte, de amor e gratidão, o que torna as decisões que ela toma visando o bem-estar da tia mais compreensíveis. Já o Marcus eu nem sei por onde começar a explicar o tanto que ele me cativou. Já tinha adorado a participação dele em “Procura-se um marido”, mas fiquei ainda mais encantada ao ler “Mentira Perfeita”. Ele é cínico e mulherengo, mas não dá para negar que também é bem-humorado, inteligente e com uma personalidade forte. Além disso, entendi a necessidade que ele sentia de ser mais independente e mostrar para os pais que poderia se cuidar sozinho, e o admirei por sua determinação.
           Também gostei muito do relacionamento da Júlia e do Marcus. Adorei como antes do romance, surge a amizade e o companheirismo entre eles. O relacionamento que começou como uma situação de conveniência vai evoluindo aos poucos, a medida que eles se conhecem mais e começam a entender melhor um ao outro. É legal acompanhar esse processo de aproximação dos dois, ainda mais por serem personagens muito cativantes, que conquistam a torcida do leitor.
               Outra coisa que gostei bastante nesse livro é que alguns capítulos são narrados pela Júlia e outro pelo Marcus, assim o leitor pode entender a perspectiva de cada um ao longo da história. Aliás, gostei muito que a Carina Rissi deixa clara as diferenças entre os dois narradores. Ela soube construir muito bem o modo de pensar da Júlia e do Marcus, tornando mais fácil para o quem está lendo entender a personalidade deles.
            Mas o que me cativou neste livro foi que, através de Marcus, a autora trouxe algumas reflexões sobre as dificuldades que pessoas cadeirantes enfrentam no dia-a-dia. Apesar de não ser um tema explorado a fundo, o livro mostra algumas situações que infelizmente ainda acontecem no cotidiano dessas pessoas. Falta de ônibus adaptados, lugares públicos que não contam com rampas ou elevadores adaptados, ruas muito estreitas ou com obstáculos para a locomoção da cadeira de rodas, entre outras situações que poderiam ser facilmente evitadas caso as normas de acessibilidade fossem respeitadas.
             Mentira Perfeita é, portanto, um livro leve, romântico, divertido, e surpreendentemente reflexivo, para um chick-lit. Torci pelos personagens e sofri junto com eles ao longo de cada uma das 462 páginas e, confesso, fiquei ansiosa por mais. Não sei se a Carina Rissi tem intenção de escrever mais livros dentro deste universo ficcional, mas fiquei particularmente curiosa para saber mais sobre Nicolas, o primo do Marcus e do Max. De todo modo, estou me tornando cada dia mais fã da Carina, e Mentira Perfeita conseguiu coloca-la entre as minhas autoras favoritas.  É um livro mais do que recomendado para quem procura uma leitura romântica e engraçada, capaz de fazer o leitor rir, chorar e suspirar.


E para quem tem dúvidas, a leitura de “Procura-se um marido” não é obrigatória para compreender os acontecimentos de “Mentira Perfeita”, pois são história independentes. No entanto, recomendo seguir a ordem de publicação para evitar spoilers do desfecho do primeiro. 

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Cinco lançamentos para 2017


Tem coisa que deixa um leitor mais feliz do que continuação de uma série que adora? Se tem, eu não conheço. Então, esse ano já estou com vários motivos para ser feliz. Das séries que estou lendo, só faltou mesmo a continuação de “Uma Chama entre as Cinzas”. Mas ainda tenho esperança que a Editora Verus faça a minha felicidade e publique “A torch against the night” ainda esse ano.
Assim, para quem está montando a lista de leituras para 2017, hoje eu vim indicar cinco continuações que serão publicadas esse ano, no Brasil. Muitos desses ainda não têm uma data oficial de lançamento, mas já estão confirmados para 2017.
Então, se preparem para aumentar a listinha de desejados, porque tem muita coisa boa prevista para esse ano.


The winners kiss – Marie RutkoskiEsse livro será publicado pela Plataforma 21 (em março, se não estou enganada) e é o último volume da trilogia de “A Maldição do Vencedor”. Eu já li o primeiro livro, cuja resenha saiu aqui no blog essa semana. O segundo, chamado o Crime do Vencedor, também já foi publicado pela Plataforma 21 e estou muito curiosa para ler. Para quem ainda não conhece a série, dá tempo de ler  os dois primeiros enquanto espera o lançamento do último livro. 


The king’s cage – Victoria AveyardO aguardado terceiro volume da série A Rainha Vermelha será publicado no Brasil pela Editora Seguinte, simultaneamente ao lançamento nos EUA. Sinceramente, já está difícil aguardar a ansiedade. Eu já falei sobre o primeiro livro aqui no blog e foi uma leitura que me surpreendeu muito (literalmente, porque fiquei em choque com o plot twist no final). Enrolei ao máximo para ler o segundo justamente para não ficar sofrendo com a espera pelo próximo livro. Felizmente, o lançamento está previsto para fevereiro de 2017, então, a espera está acabando e eu já comecei a ler "Espada de Vidro". 


Lord of shadows – Cassandra ClareEste livro é o segundo da trilogia Os Artifícios das Trevas. Sinceramente, eu estou sofrendo de ansiedade desde que li "Dama da meia-noite" (resenha sem spoilers aqui) e não vejo a hora de ler essa continuação. Adoro a escrita da Cassandra Clare, e "Dama da meia-noite" foi, tranquilamente, o melhor livro que já li da autora. Então, dá para imaginar a minha expectativa para "Lord of Shadows", né? Ainda não sei a data exata que a Galera Record vai lançar aqui no Brasil, mas é esse ano e, com certeza, vai ser mais uma edição lindíssima.


The beauty of darkness – Mary E. PearsonEsse livro é o esperado final das Crônicas de Amor e Ódio e será publicado esse semestre pela DarkSide Books. Curiosa e ansiosa que sou, eu já li a edição americana em ebook e, simplesmente, amei. Já falei sobre The Kiss of Deception e The Heart of Betrayal aqui no blog e só posso dizer que este terceiro livro é tão bom quanto os dois primeiros e isso é um elogio enorme. Apesar de já ter lido, estou muito ansiosa pelo lançamento aqui no Brasil, porque a edição da DarkSide é sempre maravilhosa e estou ansiosa para ver como esse livro vai ficar. Além disso, já estou doida para reler o livro, só que agora em português.

Always and forever, Lara Jean – Jenny HanLi “Para todos os garotos que já amei” e “P.S: Ainda amo você” no ano passado e foram dois livros que me conquistaram muito (principalmente o primeiro). Então, é lógico que o terceiro livro da série tinha que estar na minha lista para 2017. Assim como os dois primeiros, a publicação de “Always and forever Lara Jean” será de responsabilidade da Instrínseca e, se não estou enganada, o lançamento dele está previsto para abril desse ano. Alguém mais está ansioso?


Além destes livros que eu citei, tem "Minha Vida Fora de Série - 4ª Temporada" , da Paula Pimenta, que, apesar de estar previsto para 2017, eu não coloquei na lista porque ainda não tem confirmação oficial de que o lançamento será esse ano mesmo. E, tem várias outras continuações que serão publicadas esse ano no Brasil e que eu não coloquei aqui por serem de séries que eu ainda não li. Mas vou fazer uma menção honrosa para dois livros que são continuações de séries que eu tenho muita vontade de conhecer:

v  Traitor to the trone – Alwyn Hamilton: continuação de “A Rebelde do Deserto, será publicada ainda esse semestre pela Editora Seguinte.
v  Court of Wings and Ruin – Sarah J. Maas: é a continuação de “Corte de Espinhos e Rosas” e “Corte de névoa e fúria” e será publicado pela Galera Record no primeiro semestre de 2017.
 Gostaram das indicações? Me contem aí nos comentários quais livros vocês estão esperando ansiosamente para ler em 2017.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

[Dica da Malu] A Maldição do Vencedor

Sinopse: “Kestrel quer ser a dona do próprio destino. Alistar-se no exército ou casar-se não fazem parte dos seus planos. Contrariando as vontades do pai – o poderoso general de Valoria, reconhecido por liderar batalhas e conquistar outros povos –, a jovem insite em sua rebeldia. Ironicamente, na busca pela própria liberdade, Kestrel acaba comprando um escravo em um leilão. O valor da compra chega a ser escandaloso, e mal sabe ela que esse ato impensado lhe custará muito mais do que moedas valorianas. O mistério em torno do escravo é hipnotizante. Os olhos de Arin escondem segredos profundos que, aos poucos, começam a emergir, mas há sempre algo que impede Kestrel de tocá-los. Dois povos inimigos, a guerra iminente e uma atração proibida. As origens que afastam Kestrel e Arin são as mesmas que obrigarão a lutarem juntos, mas por razões opostas.”
Autora: Marie Rutkoski / Editora: Plataforma 21 / Páginas: 328
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          Passei 2016 quase inteiro enrolando para ler “A Maldição do Vencedor”, da Marie Rutkoski. Ouvi comentários muito divergentes sobre o livro e acabei colocando outras leituras na frente. No entanto, resolvi parar de postergar e descobrir do que se tratava essa história afinal. Terminada a leitura, fiquei me perguntando por que demorei tanto. De fato, como algumas críticas apontaram, não é um livro surpreendente ou inovador, mas é uma leitura agradável, envolvente e que flui muito bem.
            A Maldição do Vencedor é um romance que se passa em um universo fantástico, com dois povos inimigos. Dez anos antes do ponto em que a história se inicia, o exército valoriano havia invadido a península de Herran e escravizado seu povo. Kestrel, a protagonista, é uma jovem de dezessete anos, filha do general valoriano, e que não tem quase nenhum conhecimento de como era aquele lugar antes da invasão.
            O maior desejo do pai de Kestrel é que ela se aliste no exército, algo que ela não tem a menor intenção de fazer. Ela tem plena consciência de suas poucas habilidades para batalha e, apesar de ser uma excelente estrategista, não deseja lutar. Por outro lado, a outra opção que era dada às mulheres, não atraia Kestrel nem um pouco: o casamento. Tudo que ela desejava era ser livre para cuidar da própria vida e se dedicar à música, que é o que ela realmente gosta.
            Um dia, passeando no mercado com sua melhor amiga, Jess, Kestrel acaba indo parar em um leilão de escravos. Em um momento de impulso, ela acaba comprando um escravo, pagando uma verdadeira fortuna por ele. Sem saber bem o que fazer com ele, Kestrel deixa que seu mordomo o coloque para trabalhar como ferreiro. No entanto, com o tempo ela percebe que há muito mais escondido naquele escravo e, à medida que se conhecem melhor, alguns segredos vão sendo revelados.
           Por se tratar de um romance, é claro que, com a convivência, Kestrel e Arin vão se conhecendo melhor e surge admiração e uma certa cumplicidade entre eles. Logo, vai ficando evidente que o sentimento que tinham era muito mais do que apenas amizade. Um amor totalmente proibido, tanto pelas origens de ambos, quanto pelos objetivos que tinham na vida.
            Um dos pontos que me surpreendeu neste livro foi a personalidade da Kestrel. Eu tinha certeza que ela seria uma protagonista mimada e fútil, que não enxerga a dura realidade dos escravos e vive em uma bolha, afastada do que acontece à sua volta. No entanto, apesar de ter sua visão de mundo limitada pela forma como foi criada e pela própria organização daquela sociedade, Kestrel tem uma personalidade muito forte. Mesmo sem conhecer muito a história do seu próprio povo e, principalmente, dos herranis, ela começa a se questionar sobre vários assuntos e perceber muitas coisas que estavam erradas naquela sociedade.
            Além disso, Kestrel é uma personagem forte, corajosa e muito inteligente. Mesmo não tendo nenhuma habilidade para batalha, fica claro ao longo do livro a capacidade que ela tem de traçar estratégias e prever os movimentos inimigos. Mas, mais do que isso, o que mais admirei nesta personagem é a determinação dela e o fato de não aceitar que outros escolham seu destino. Claro que Kestrel age muitas vezes por impulso e comete muitos erros, mas considerando o contexto em que ela foi criada, isso acaba sendo compreensível.
             Já o Arin é um personagem totalmente cativante. Tem uma personalidade tão forte quanto a de Kestrel, mas com marcas pesadas do passado, que o tornam muito mais humano. Acho o conflito interno do personagem totalmente compreensível, o que deixou claro que nenhuma decisão que ele toma ao longo do livro é fácil. Isso acabou ganhando minha simpatia por ele, mesmo em momentos em que senti uma certa raiva por suas atitudes.
           A escrita do Marie Rutkoski é muito fluida e envolvente. Fiquei totalmente mergulhada na leitura, ansiosa por saber o que aconteceria a seguir. Gostei muito que, mesmo o livro sendo narrado em terceira pessoa, ela conseguiu deixar claro os pensamentos e os sentimentos dos personagens. Aliás, é interessante ver como em alguns capítulos o foco fica claramente na Kestrel e em outros muda para o Arin, mesmo que em nenhum momento sejam eles narrando os acontecimentos.
           Com relação ao universo em que se passa a história, ele não é muito explorado nesse primeiro livro. Tudo o que se sabe é um pouco sobre a rivalidade entre os valorianos e os herranis, bem como algumas diferenças entre eles. No entanto, mesmo sendo uma apresentação superficial, é o suficiente para que o leitor compreenda a história e as motivação de cada lado. De todo modo, espero que nas continuações esse universo seja aprofundado.

            No geral, é uma leitura muito gostosa, mesmo que não seja totalmente inovadora. Gostei dos personagens e da escrita da autora. Trata-se mais de um romance do que de uma fantasia, mas gostei que há muito mais acontecendo na trama do que o envolvimento do casal principal. A história é dinâmica, cheia de intrigas, mistérios e aventuras. Terminei de ler muito rápido e já fiquei ansiosa pela continuação, que também já foi publicada pela Plataforma 21. Para quem está querendo começar a ler uma série em 2017, “A Maldição do Vencedor” é, sem dúvida, uma ótima opção. 

sábado, 31 de dezembro de 2016

Favoritos de 2016


O último dia do ano é hora de relembrar tudo que aconteceu no ano. Então, resolvi fazer um resumo das minhas leituras de 2016. No total, foram 67 livros, sem contar os sete volumes de Harry Potter que eu reli esse ano. Assim, fica impossível fazer uma lista de todos aqui. Por este motivo, fiz uma lista com os 10 que mais me marcaram, seja por ter uma história comovente, um romance que me cativou ou uma mensagem que me fez refletir.
          Como eram muitos livros, a decisão da lista final foi difícil. No entanto, usei como critério escolher, entre os meus favoritos, livros que eu tenha gostado por motivos diferentes. Assim, cada um desses dez livros teve uma característica peculiar que me fez considera-lo especial. Mas sem enrolar mais, vamos à lista:

Uma chama entre as cinzas, da Sabaa Tahir.
          Este livro foi uma das distopias mais interessantes que já li. É um universo muito brutal e cruel, mas ao mesmo tempo rico e fascinante. Além disso, os personagens são imperfeitos, mas muito humanos, conquistando a empatia e a torcida do leitor. A complexidade da trama, a escrita envolvente da autora e a humanidade dos personagens me conquistaram e fizeram deste um dos melhores livros que li esse ano. Já estou ansiosa para ler sua continuação, que está na minha lista de desejados para 2017.

The kiss of deception, da Mary E. Pearson.
         Não preciso nem dizer o quanto eu fiquei fascinada por este livro. Aliás, coloquei só The kiss of deception, mas os outros dois volumes da trilogia poderiam estar facilmente nesta lista. Nesta série, encontrei um pouco de tudo que gosto: romance, aventura, mistério e fantasia. Mas o que me cativou de fato foi a competência da autora na construção dos personagens e o empoderamento feminino presente nos três livros. Todas as personagens femininas dessa história são verdadeiras e fortes, cada uma a sua maneira, e despertam a admiração do leitor pela determinação com que enfrentam os vários desafios que surgem em seu caminho.

Sábado à noite, da Babi Dewet.
         Assim, como em The Kiss of Deception, coloquei só o primeiro livro da trilogia, mas poderia suas continuações aqui também. Trata-se de um romance jovem adulto encantador e romântico, mas também verossímil, que me trouxe uma agradável sensação de nostalgia, lembrando da minha própria adolescência. A Babi Dewet fugiu de estereótipos adolescente, e as inseguranças e os dilemas vividos pelos personagens do livro são compreensíveis para qualquer um que tenha passado por essa fase da vida. Soma-se a isso uma escrita leve e envolvente e uma história cativante, e é impossível não se apaixonar por Sábado à Noite.

Em algum lugar nas estrelas, da Clare Vanderpool.
         Este é um dos livros mais lindos da minha estante. Mas não estou me referindo apenas à belíssima edição da DarkSide Books, que mais uma vez deixou qualquer leitor encantado. Falo da beleza e sensibilidade da história retratada, que acompanhando dois meninos vivendo uma aventura, traz importantes lições sobre a vida, o amadurecimento, o amor ao próximo e, principalmente, a força de uma verdadeira amizade.

Cartas de amor aos mortos, da Ava Dellaira
          Uma história tocante, que fala com muita delicadeza sobre a perda e a necessidade de seguir em frente. Este livro mexeu muito comigo e, com certeza, não poderia ficar fora de uma lista com os meus favoritos do ano. Apesar de ser uma história triste, que aborda temas muito difíceis, fui cativada pela sensibilidade da autora e pelo modo como seus personagens amadurecem ao longo da trama. Foi uma leitura difícil, mas que me comoveu e trouxe importantes lições.

O nome do vento, de Patrick Rothfuss
         Este foi o primeiro livro que li esse ano e não poderia ter desejado um começo melhor. Inclusive, a primeira resenha que fiz aqui no blog foi sobre ele. É um livro denso, que demorou um pouco para me prender, mas acabou se tornando um dos melhores livros de fantasia que eu já li. Primeiro pela excelente construção do universo retratado. É um mundo rico em detalhes e complexidade, que deixa o leitor completamente envolvido. Além disso, o protagonista é, para mim, o grande mérito desta obra. Um herói diferente de todos os outros que já li, cheio de falhas e virtudes, que tornam difícil classifica-lo como um herói de fato, mas também não fazem dele um vilão. É um personagem complexo, muito humano e fascinante, que leva o leitor a desejar saber mais sobre sua história. Por esse motivo, esse livro acabou se tornando um dos meus favoritos da vida e estou ansiosa para ler sua continuação.

Uma canção de ninar, da Sarah Dessen.
          Outro livro jovem adulto, mas que me encantou de várias maneiras. Os personagens são fascinantes, tanto por serem muito humanos e com problemas compreensíveis, quanto pelo amadurecimento que apresentam ao longo da história. Além disso, mesmo se tratando de uma história de adolescentes, a autora não deixa de inserir temas difíceis. Mas o que me cativou mesmo é o desfecho, que, apesar de não ser como eu esperava, acabou se mostrando muito mais interessante. Foi o primeiro livro da Sarah Dessen que eu li, e já estou ansiosa para conhecer outros.

Dama da meia-noite, da Cassandra Clare.
          Esse ano fui apresentada à série Os Instrumentos Mortais. Li todos os seis volumes esse ano e fiquei apaixonada. Mas foi Dama da Meia-Noite, primeiro livro da série Os Artifícios das Trevas, que realmente me mostrou toda a complexidade do universo dos caçadores de sombras. Senti uma grande evolução na escrita da Cassandra Clare nesse livro e amei o modo como ela desenvolveu essa história. Tudo no universo que eu conheci em Os Instrumentos Mortais se mostrou mais complexo em Dama da Meia-Noite; as escolhas que os personagens enfrentam são cada vez mais difíceis e é muito interessante vê-los amadurecer ao longo da trama. Terminei esse livro chocada com as reviravoltas, triste por alguns personagens e completamente ansiosa pela continuação.

Como eu era antes de você, da Jojo Moyes.
Esse foi um livro que eu não tinha a menor expectativa, que eu li só porque queria saber do que se tratava antes de assistir ao filme. No entanto, ele me conquistou, me fez rir e chorar, e, principalmente, me levou a rever muitos conceitos e o modo como encarava alguns assuntos. Como eu era antes de você foi um grande exercício de empatia e trouxe reflexões que realmente mexeram muito comigo. Sem dúvida, foi um dos livros que mais me marcaram esse ano.

Mentira Perfeita, da Carina Rissi.
          Escolhi esse para ser a minha última leitura do ano e não poderia ter escolhido melhor. É uma história leve e com muitos clichês? Sim. Mas também é um daqueles livros que deixam a gente sorrindo sem perceber, com personagens apaixonantes e uma história muito cativante. Além disso, adorei o modo como a Carina falou de algumas dificuldades que um cadeirante enfrenta durante o seu dia-a-dia, mas também mostrou todas as possibilidades de uma vida normal. De um modo geral, foi uma leitura leve e apaixonante, que me marcou justamente por ter sido tão agradável.

          Esses foram os dez livros que mais me marcaram, mas tinha que incluir alguns outros, para minha consciência não pesar. Então, resolvi fazer uma menção honrosa a três deles: Minha Vida Mora ao Lado, A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista, e Tudo e Todas as Coisas.
           O ano teve também algumas decepções literárias, mas vou falar só do mais marcante: Eleanor e Park, da Rainbow Rowell. Eu só ouvia elogio a este livro, portanto, tinha uma expectativa muito alta. Durante a maior parte do livro, eu estava realmente amando: um jovem adulto diferente de todos os outros que já tinha lido, com personagens que fogem de qualquer clichê, e que ainda aborda assuntos muito séries. No entanto, para mim, a autora estragou tudo no final, com a protagonista agindo de um modo completamente inexplicável e egoísta, demonstrando, no mínimo, muita falta de gratidão. Achei que ela poderia ter feito um final semelhante, mas conduzido de uma maneira diferente, que tornasse as decisões dela mais compreensíveis.

            De todo modo, foi um ano muito produtivo e fiquei muito feliz com os livros que li. Mesmo aquelas que me decepcionaram, me ensinaram algo e me fizeram pensar. Espero que 2017 traga leituras ainda mais interessantes e que eu possa trazer cada dia mais dicas para vocês. Desejo um feliz Ano Novo para todos os leitores aqui do blog, com muita paz, amor, saúde, sucesso e, claro, muitos livros!

Especial Harry Potter


Este ano foi marcado por muitas leituras legais, porém, entre as que eu mais gostei estão algumas releituras. Estou me referindo, claro, ao meu projeto de reler toda a série Harry Potter ao longo de 2016. Infelizmente, não consegui publicar as resenhas de todos até novembro, como eu havia planejado. No entanto, eu reli todos os livros da série e não poderia deixar o ano terminar sem falar sobre os dois últimos volumes, mesmo que resumidamente.
Então, no último dia do ano, vou falar um pouco sobre a experiência de reler Harry Potter e o Enigma do Príncipe e Harry Potter e as Relíquias da Morte. Para mim, é nesses dois livros que ficam mais evidenciados o amadurecimento de J. K. Rowling como escritora e o quão rico é o universo criado por ela.
Em Harry Potter e o Enigma do Príncipe, o tom da série se torna ainda mais sombrio. Começamos a ter uma noção mais exata do poder de Voldemort e da capacidade que ele e os seus Comensais da Morte têm de espalhar o medo e o caos. Paralelamente a isso, descobrimos mais sobre o passado dele, entendendo melhor sua história antes de se tornar o temido Lorde das Trevas. Confesso que acho as partes que reconstituem a vida do jovem Tom Riddle um tanto cansativas, no entanto, sua importância para a série é enorme.
Além disso, J. K. Rowling mais uma vez consegue dosar os momentos sombrios e mais cansativos, com pequenas tramas que ajudam a tornar a trama mais leve, trazendo alívio cômico e deixando a história mais dinâmica. Em especial, os relacionamentos amorosos ganham um pouco mais de espaço, sem tirar o foco principal do livro.
Além disso, gosto de ver a aproximação de Harry e do Prof. Dumbledore. É muito bom poder ver mais desse bruxo tão sábio e perceber o quanto ele se importa com Harry. O vínculo que se forma entre os dois é bonito, por demonstrar uma afeição genuína e muita lealdade.
O final é ao mesmo tempo triste esperançoso, deixando a expectativa para a continuação. Aliás, uma das coisas mais interessantes que senti ao reler esse livro foi perceber que, mesmo já sabendo tudo que aconteceria, ainda me emocionei com a história tanto quanto da primeira vez que li e ainda fiquei com expectativa pelo que aconteceria no último volume da série.
E o que falar sobre Harry Potter e as Relíquias da Morte? Apesar de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban ser o meu preferido, o sétimo livro da série se aproxima muito. Além disso, é nele que fica evidente todo o talento de J. K. Rowling e sua enorme capacidade de amarrar a história.
Havia tantas pontas soltas ao final de Enigma do Príncipe que, sinceramente, achei que a autora não seria capaz de resolver tudo em um único livro. No entanto, ligou todos os pontos da história, resgatando pontos que eu sequer recordava de outros livros da série, incluindo dos primeiros. Foi tudo tão coeso e bem escrito, que é impossível não reverenciar a habilidade de Rowling. Aliás, foi maravilhoso reler este livro e poder perceber alguns detalhes com mais clareza.
Muitas coisas acontecem em Relíquias da Morte e o clima é de urgência do começo ao fim. Vemos Harry se despedindo da casa dos Dursley e partindo para o desconhecido que é a vida adulta. Ele agora iria para um destino incerto, tentando cumprir a missão confiada a ele por Dumbledore e destruir as horcruxes de Voldemort, para que finalmente pudesse ocorrer o esperado confronto entre os dois.
O caminho percorrido por Harry, junto com Rony e Hermione é longo e, algumas vezes, cansativo. Mas ao longo de toda a jornada, começamos e descobrir importantes informações que são cruciais para o desfecho da série.
Outro fato importante é o quanto os personagens ganham em complexidade neste livro. Todos se deparam com decisões difíceis ao longo da trama e suas escolhas revelam muito sobre eles. No entanto, o personagem mais marcante é, sem dúvida, Severo Snape. Não apenas pelos acontecimentos de Relíquias da Morte, mas, principalmente, pelas informações que são reveladas sobre o seu passado, considero Snape o personagem mais humano da série e, por isso mesmo, o mais interessante e complexo.
Claro que com a épica batalha entre bem e mal, muitos personagens morrem ao longo da trama. Por mais dolorosas que algumas delas sejam, J. K. Rowling soube dar a devida emoção em cada uma delas e nos fazer compreender o destino deles (mesmo eu não aceitando algumas até hoje). Aliás, preciso confessar que chorei mais de uma vez ao longo do livro, não só na primeira vez que li lá em 2007, mas em todas as releituras.
O desfecho da história foi exatamente o encerramento que a série merecia, mesmo que deixe os leitores com a sensação de que queriam mais. Ao terminar a releitura esse ano, senti mais uma vez a emoção pela conclusão e a nostalgia de pensar em tudo que vivi ao longo destes sete livros. Harry Potter marcou a minha vida e foi muito bom ver que os sentimentos que esta série me despertou há tantos anos continuam ali, dando a sensação de voltar para casa.

Assim, deste projeto ficou a certeza que a mesma magia que me encantou quando eu tinha 11 anos, me espera a cada vez que abrir esses livros novamente. 

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

[Dica da Malu] Momento Errado


Sinopse: As vidas de Manuela e Leonel colidem nas escadas da faculdade, dando início a uma grande e diferente amizade. Ele faz pós graduação em Marketing e tem planos de se mudar para o exterior em pouco tempo. Ela está no sexto semestre de publicidade e propaganda e estagia em uma das maiores agências da cidade. Ele é cheio de metas. Ela, vive entre dois mundos, a vida real e o mundo fantástico. Ele já fez 30 anos e ainda busca sentido para a sua vida. Ela, apenas vive, sem se preocupar com o sentido. Ele é prático e lógico. Ela é dramaticamente romântica e sonhadora. Ele segura as palavras e controla sentimentos. Ela é intensa, não suporta fingir não sentir. Ele quer conhecer o mundo. Ela fez dele, o mundo dela. Ele possui um segredo. Ela não faz nem ideia. Ele diz que ela é a pessoa certa, só que na hora errada. E é nesse momento que ela passa a questionar se realmente existe a hora certa.

            Conheci Momento Errado através da parceria com a autora Giulliana Fischer Fatigatti. Esse livro me trouxe uma mistura muito grande de emoções, e confesso que não estava preparada para me apegar aos personagens e me envolver com a história como aconteceu.
            Como é contado na sinopse, Manuela é uma jovem estudante de Publicidade e Propaganda que conhece Leonel, um pós-graduando em Marketing que estuda na mesma faculdade que ela. Ela logo é alertada por uma amiga da fama de mulherengo dele e decide se manter afastada.
            No entanto, Manuela rapidamente percebe que será difícil manter essa decisão. Primeiro, porque Leonel parece cada vez mais interessado em se aproximar dela. Segundo que ela descobre que a agência na qual ela é estagiária está trabalhando em um projeto para a empresa onde ele é gerente de Marketing. Assim, encontra-lo se tornou algo inevitável.
            Preciso avisar que Leonel e Manuela pareciam competir sobre qual dos dois me irritaria mais. Ele por ser um cara mandão, algumas vezes soando machista, e muito inconstante. Aliás, em vários momentos ele se enquadra em estereótipos que eu detesto ver em personagens masculinos. Já ela é o tipo de protagonista que me irrita profundamente, aceitando o comportamento de Leonel e se mostrando fraca e incapaz de resistir ao charme dele.
            Também me incomodou um pouco a paixão quase instantânea que surge entre eles, principalmente da parte dela. No entanto, isso é compensado ao longo do livro com o desenvolvimento da relação deles. É curioso como, apesar de todas as falhas dos personagens, é possível ver uma verdadeira amizade entre eles, que está acima do relacionamento amoroso. Apesar do muro que Leonel criou em torno de si mesmo, Manuela consegue ir superando essas barreiras aos poucos e eles começam a dividir seus sonhos, frustrações e inseguranças um com o outro.
            Mas aí você pode se perguntar: se eu senti tanta raiva dos personagens e do modo como a relação entre os dois se desenvolve, por que eu gostei do livro? Porque os personagens são muito humanos. Ambos são cheios de falhas, que não são escondidas, mas também têm seus motivos, seus sonhos e dilemas que são compreensíveis.
            Especificamente com relação ao Leonel, após algumas reviravoltas, fica mais fácil entender parte do comportamento dele. Embora não concorde com as escolhas dele, compreendo as razões que o levaram a preferir não se envolver com ninguém. O que não acho justificável em hipótese alguma é seu comportamento machista e mandão, saindo com várias garotas e querendo que Manuela esteja sempre à sua disposição. Assim, ele me despertou sentimentos conflitantes, pois, ao mesmo tempo que sentia muita raiva dele, também não fiquei imune a algumas situações que acontecem e nem deixei de me solidarizar.
            Já a Manuela foi mais difícil de compreender, pois, por mais que algumas atitudes de Leonel tivessem justificativa, ela não sabia disso e aceitava mesmo assim. Essa dependência que ela sente em relação a ele, aceitando um relacionamento que claramente estava lhe fazendo mal quase me levou ao desespero enquanto lia. Mas da mesma forma que as reviravoltas me levaram a entender melhor o Leonel, também suavizaram a raiva que eu senti da garota e despertaram a minha empatia, me tornando mais solidária à sua situação.
            O que também me ajudou muito a gostar da leitura foi a escrita leve e fluida de Giulliana. Por mais que estivesse com raiva do casal principal, eu não me senti entediada em nenhum momento. Ao contrário, fui rapidamente envolvida pela trama e não conseguia parar de ler.
            Ao final, me emocionei muito e me surpreendi ao ver o quanto fui cativada. A reviravolta fez com que toda a história contada ganhasse um novo significado para mim, e os personagens ganharam mais complexidade. Além disso, o livro traz uma bela mensagem sobre a importância de vencer os medos e viver intensamente. Esperar o chamado “momento certo”, talvez não seja o bastante. É preciso viver o agora, pois nem sempre haverá outra oportunidade depois.


Para quem quiser acompanhar e se emocionar com a história de Manuela e Leonel, o livro está disponível em e-book no site da Amazon e é possível adquiri-lo nesse link: http://amzn.to/2ibZMol

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

[ANÚNCIO] Duas novas parcerias


O Dicas de Malu ganhou um presente de Natal adiantado. Ou melhor, dois presentes. É com alegria que venho anunciar duas novas parcerias com escritoras brasileiras, a Giulliana Fischer Fatigatti e a Letícia Sardenberg.
Hoje eu vou apresentar um pouco sobre o perfil delas e os trabalhos que elas já publicaram. Mas, em breve, vocês poderão ler as resenhas dos livros delas.

Giulliana Fischer Fatigatti:
Ama Psicologia. Possui especialização em dependência química, mas trabalha com números.Esposa apaixonada e mãe de uma princesa de 11 anos.
Nascida em 16 de julho de 1984, considera-se a própria manifestação da palavra romântica, deve ser porque ela nasceu justamente naquele mês em que segundo os astrólogos, nascem os mais românticos e sensíveis. Brinca, dizendo que vive em vários mundos, o da imaginação é um deles. Acredita nas “leis” da Causa e Efeito e Ação e Reação e defende a ideia de que isso é uma questão de lógica, pura física e não só esotérica, como muitos pensam. Romântica ao extremo. Dramática por natureza e, também por opção. Amante das palavras, com suas vírgulas, exclamações, interrogações, pontos finais e principalmente, as reticências.  
Escreveu a sua primeira história com onze anos de idade, história essa que ainda guarda, escrita com uma péssima caligrafia. Anos depois, veio a viver situação semelhante à descrita e mais alguns anos depois, escreveu e publicou o seu primeiro livro: Valeu a Pena – A Jornada de Uma Codependente.  Um romance e autobiografia lançado pelo Clube de Autores, onde ela conta a sua jornada na tentativa de ajudar o seu então namorado que entrou para o terrível mundo das drogas. Uma história de dor, lágrimas, superação, sorrisos e recomeços.
Momento Errado, seu primeiro romance-ficção, levou seis meses para ser escrito. Ela respirou e viveu essa história até acreditar que seria uma boa história, capaz de levar o leitor a refletir se existe realmente o momento certo para sermos felizes.

Seu blog de crônicas (algumas inspiraram o livro, outras, foram inspiradas pelo livro) http://www.entreocaoseaordem.blogspot.com/
Página dos seus livros:
Link da venda na amazonhttp://amzn.to/2hG4RV1

Letícia Sardenberg
        Leticia é natural do Rio de Janeiro, onde vive até hoje, com seu marido e um casal de filhos. Formou-se em Direito, mas a paixão pelas letras falou mais alto.
       Em 2011, estreou na literatura com “Minissaia, batom e futebol”, pelo Grupo Editorial Zit. Em 2013, pela mesma editora, foi a vez de “Eu, meu cachorro e meus pais separados”, que virou best-seller, com quase 115 mil exemplares vendidos. Ambos infanto-juvenis foram adotados em inúmeros programas de governo, como Livros na sala de Aula (São Paulo) Kit de Literatura Afro-Brasileira (Belo-Horizonte).
       Em 2016, publicou seu primeiro romance jovem-adulto, Lágrimas Agrestes, que marca sua estreia no formato digital, na Amazon.
        Para 2017, sairá mais um infanto-juvenil, pelo Grupo Editorial Zit. E já começou a escrever a continuação de “Eu, meu cachorro e meus pais separados”.

Siga no Instagram: https://www.instagram.com/letisardenberg/
Lágrimas Agrestes: http://amzn.to/2i5ni8Z

         Estou muito feliz em poder compartilhar essas novidades com vocês. Fico honrada pela confiança que ambas depositaram em mim. Além disso, é muito bom ajudar a divulgar a literatura nacional e apoiar nossos autores. Em breve, vou contar para vocês minhas impressões sobre “Momento Errado”, que eu já li, e “Lágrimas Agrestes". Então, fiquem atentos aqui no blog. E não deixem de procurar as redes sociais da Leticia e da Giulliana para conhecerem mais sobre os trabalhos delas. 

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